domingo, 29 de maio de 2011

Mais uma vez está provado que ABRÍU A BOCA, vira "presunto" e pode estar só ou acompanhado !!!

Mais uma vez está provado que ABRÍU A BOCA, vira "presunto" e pode estar só ou acompanhado !!!
Um dos mártires da CAUSA AMBIENTAL, Chico Mendes, ficou marcado na história como um herói, que lutou e eeu a sua VIDA, por uma causa que deveria obter o apoio de todas as autoridades governamentais do Brasil, PORÉM SÓ ENCONTROU, DESCASO !!!
Posto que LATIFUNDIÁRIOS GANACIOSOS POR CADA VEZ MAIS TERRA, DINEHRIO E PODER - dominam o agreste, as florestas e as grandes cidades do CENTRO-OESTE, NORTE E NORDESTE DO BRASIL !!!!!

"Mais vale um covarde vivo, do que um herói morto". Mas quando a revolta pelas injustiças bate forte no coração, perde-se a razão e a luta por melhores dias. Contudo, SEM APOIO das autoridades, torna-se perigoso demais para quem usa a sinceridade ao ABRIR A BOCA,... E aí, acontecem as tragédias, os massacres e de nada adianta o repúdio da sociedade, o TEMPO LEVA a foto dos heróis, como FOLHAS AO VENTO !!!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Hoje às 18h17 - Atualizada hoje às 18h30 Outro líder camponês é executado na Amazônia. Desta vez, em Rondônia



Agricultor foi morto enquanto vendia verduras que produzia em acampamento

Presidência da República divulga nota sobre morte do líder camponês Adelino Ramos

Sexta-Feira , 27 de Maio de 2011 - 17:59
Brasão da República 
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS
SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA


 NOTA PÚBLICA

Sobre o assassinato do líder camponês Adelino Ramos, na localidade de Vista Alegre do Abunã, em Rondônia, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e a Secretaria-Geral da Presidência da República vem a público manifestar:
1 – Adelino era uma liderança reconhecida na região Norte do país, sendo presidente do Movimento Camponeses Corumbiara e da Associação dos Camponeses do Amazonas. Dinho, como era conhecido, morava num assentamento do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) com outras famílias e seu grupo buscava regularizar sua produção. Segundo lideranças locais, ele vinha recebendo ameaças de morte de madeireiros da região. Na manhã de hoje, na companhia de sua família, ele foi executado a tiros no município localizado na divisa dos estados de Rondônia, Acre e Amazonas. Cabe ressaltar que ele era um remanescente do massacre de Corumbiara, de 9 de agosto de 1995, que resultou na morte de 13 pessoas.
2 – O assassinato de Adelino Ramos merece o nosso total repúdio e indignação. Há três dias o Brasil se chocou com a execução de duas lideranças em circunstâncias semelhantes, no Pará. Hoje, mais uma morte provavelmente provocada pela perseguição aos movimentos sociais. Essas práticas não podem ser rotina em nosso país e precisam de um basta imediato.
3 – Segundo levantamento conjunto da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos e da Ouvidoria Agrária Nacional, desde 2001, já foram registrados 71 assassinatos em Rondônia motivados por questões agrárias. Mais de 90% dos casos ficaram sem punição.
4 – Imediatamente ao recebimento da notícia, entramos em contato com a Polícia Civil, com o governador do estado de Rondônia e com a Polícia Federal, exigindo a mais rigorosa atitude para investigar o caso e punir os criminosos, tanto os executores como possíveis mandantes. É necessária uma ação enérgica e exemplar. Só coibiremos essa violência absurda quando acabarmos com a impunidade.
5 – O governo brasileiro não tolera que crimes como esses aconteçam e fiquem impunes no nosso país. Nesta semana, a presidenta Dilma Rousseff já determinou que a Polícia Federal acompanhe as investigações no Pará, numa atitude enérgica e clara de que crimes como esses não podem se tornar uma prática rotineira em nosso país. Acompanharemos de perto os desdobramentos para garantir justiça. É isso que se espera de um Estado democrático de direito e é assim que o governo procederá.

Brasília/DF, 27 de maio de 2011

Maria do Rosário Nunes 
Ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República

Gilberto Carvalho 
Ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República

País

Outro líder camponês é executado na Amazônia. Desta vez, em Rondônia

Agência BrasilLuana Lourenço

Brasília – Três dias depois da morte de um casal de extrativistas no Pará, mais uma liderança comunitária da Amazônia foi executada. O agricultor e líder do Movimento Camponês Corumbiara, Adelino Ramos, conhecido com Dinho, foi morto hoje (27), por volta de 10h, no distrito de Vista Alegre do Abunã, em Porto Velho (RO). De acordo com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), Dinho estava vendendo verduras que produzia no acampamento onde vive quando foi assassinado a tiros por um motociclista.
O agricultor vinha sendo ameaçado de morte por denunciar a ação de madeireiros na divisa entre os estados do Acre, Amazonas e Rondônia. Junto com outros trabalhadores sem terra, Dinho reivindicava a criação de um assentamento da reforma agrária na região. Segundo a CPT, a situação ficou tensa na região nos últimos dias, depois de uma ação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que apreendeu madeira e gado criados em áreas irregulares.
Em julho do ano passado, Dinho chegou a avisar ao ouvidor agrário nacional, Gercino Silva, que estava sendo ameaçado, de acordo com a CPT.
O Movimento Camponês Corumbiara foi criado após o confronto entre um grupo de trabalhadores sem terra e policiais militares em agosto de 1995, na Fazenda Santa Elina. Doze agricultores foram mortos no episódio.
Na manhã de terça-feira (24), os líderes extrativistas José Claudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva foram executados em Nova Ipixuna, no Pará. Segundo a polícia, eles foram atingidos por vários tiros quando passavam por uma ponte no caminho da comunidade rural onde moravam. A exemplo de Dinho, o casal também vinha sendo ameaçado de morte.


Sobrevivente de Corumbiara é assassinado na Amazônia


 Adelino ramos ao lado direito de Bone

Adelino Ramos, de 56 anos, vinha sendo ameaçado por madeireiros da região entre Lábrea, no Amazonas, e Vista Alegre do Apunã, em Rondônia. É a terceira morte em quatro dias

Publicado em 27/05/2011, 16:05
Última atualização às 16:06
 
São Paulo – O agricultor Adelino Ramos, de 56 anos, foi assassinado na manhã desta sexta-feira (27) em Vista Alegre do Abunã, um distrito de Porto Velho, em Rondônia. Segundo informações da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Dinho, como era conhecido, foi alvejado por um motociclista quando estava em seu carro na companhia da esposa e de duas filhas. 
Ele chegou a ser socorrido em um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo a CPT, Ramos vinha sendo ameaçado há algum tempo por madeireiros da região. A pressão teria piorado após ações do Ibama que resultaram em apreensão de madeira extraída ilegalmente e de cabeças de gado.
Ramos era um dos sobreviventes do massacre de Corumbiara, ocorrido em 1995 em Rondônia, e integrava o Movimento Camponês de Corumbiara. Apontado pelos latifundiários locais como um dos líderes do movimento, o camponês passou a sofrer perseguições, assim como o filho, Claudemir Ramos, cuja história foi contada recentemente pelaRede Brasil Atual
Os dois chegaram a ser processados com base na investigação do Ministério Público Estadual, que por sua vez levou em conta a apuração conduzida pela Polícia Civil. Claudemir acabou condenado e, desde 2004, é dado como foragido. Adelino se livrou do processo, mas não das perseguições. Pai e filho não se viam há dez anos.
Em conversa telefônica realizada há dois meses, Dinho contou que vivia agora no Assentamento Agroflorestal Curuquetê, sediado em Lábrea, no Amazonas, próximo às divisas com Rondônia e Acre. Para ele, a ideia “inovadora” de cultivar alimentos e frutos que respeitassem a floresta vinha irritando fazendeiros da região. “Os bandidos, assassinos, invasores, destruidores da Floresta Amazônica ficam nervosos. Então se acirrou novamente o clima de perseguição em cima disso.”
Muito emocionado, Claudemir pediu para fazer uma declaração na qual cobra atenção à necessidade de lutar pela redistribuição de terras. "Fui fiel a vida toda ao movimento. Nunca traí a causa, nem meu pai, sempre lutamos pelas causas do povo. Essa questão da reforma agrária, tem muita coisa de errado acontecendo, quando o PT vai acordar para isso?"
Segundo a CPT, um alerta havia sido feito a autoridades do Amazonas em 2010. Esta semana, a agricultora Nilcilene Miguel de Lima, também moradora de Lábrea e presidente da Associação Deus Proverá, denunciou que está jurada de morte por madeireiros da região.

No Pará, duas mortes

Esta é a terceira morte de camponeses notificada esta semana na Amazônia Legal. Na terça-feira (24), José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo foram executados na região de Marabá, no Pará. O casal foi morto a tiros em uma estrada vicinal que leva ao Projeto de Assentamento Agroextrativista Praialta-Piranheira, na comunidade de Maçaranduba 2, a 45 quilômetros do município de Nova Ipixuna, sudeste do estado. O Ministério Público Federal e a Polícia Federal foram acionados para investigar o caso. 

quarta-feira, 27 de abril de 2011

MANIFESTO E CLAMOR POR JUSTIÇA!!!abaixo assinado



ABAIXO-ASSINADO NACIONAL E INTERNACIONAL EM DEFESA DA LIBERDADE DE CLAUDEMIR GILBERTO RAMOS E CÍCERO PEREIRA LEITE NETO E INDENIZAÇÃO AS VITIMAS DO MASSACRE DE 
CORUMBIARA RO-BRASIL

Destinatário:

Sr. Presidente da República Federativa do Brasil,

Srs. Presidente do Supremo Tribunal Federal Do Brasil,

Sr. Ministro da Justiça,

Sr.Presidente do tribunal de justiça de Rondônia,
Sr.Governador de Rondônia,
Pedimos aos cidadãos com espírito de justiça, no Brasil e no mundo, que assinem e divulguem este abaixo-assinado para a liberdade de Claudemir Gilberto ramos e Cícero pereira leite neto e indenização as vitimas do massacre  de Corumbiara Ro . 
LIBERDADE E JUSTIÇA E O QUE QUEREMOS!...
nós, abaixo-assinados, pedimos-lhes solenemente que investiguem novamente o caso Corumbiara ou um novo julgamento e seja feito justiça aos injustiçados e vitimas do massacre de Corumbiara (Ro) em 9 de agosto de 1995 Nos dos Comitês em Defesa por Justiça no Brasil,e indenização  as Vítimas do Massacre de Corumbiara Rondônia   lutamos em prol não só da Reforma Agrária, mas também pela paz   e liberdade para os injustiçados no caso Corumbiara assim viemos nos manifestar junto a opinião publica contra as injustiças cometidas a 16 anos do acontecido as indenização as vitimas ate hoje não saiu do papel do governo do estado De Rondônia,Claudemir Gilberto Ramos e cícero pereira leite neto dois camponeses foram condenados em  agosto de 2000 
No nosso entender condenados injustamente sem provas nos autos do processo e os  latifundiários continua impune ate hoje, queremos justiça Em favor das classes de trabalhadores menos favorecidas,Liberdade ao companheiro
Claudemir Gilberto Ramos que esta foragido
não da justiça mas da injustiça ao companheiro, condenado a 8 anos e meio  em regime fechado, não tem liberdade convívio familiar,não tem um trabalho com dignidade nem se pode ter registro em sua carteira de trabalho vive se escondendo como se fosse bandido,dependendo de ajuda de alguns que sensibiliza com a causa, onde esta a justiça a este  companheiro?
Companheiros,Povo,Sociedade Brasileira,entidades de classes sociais,cleros,etc.temos que nos unir  e lutar por justiça não só no caso Corumbiara,Mas no contesto geral por justiça e igualdade Social.
Relato de ClaudemirFugitivos da injustiça
REVISTA DO BRASIL - EDIÇÃO 58 - ABRIL DE 2011
Direitos Humanos
Sobrevivente do massacre de Corumbiara, há 16 anos, vive escondido. Entidades pedem nova investigação do caso

Por: João Peres


Publicado em 15/04/2011
Fugitivos da injustiça
Claudemir:"Não devo esse crime.Lutava pelos direitos dos trabalhadores" (Foto:Reprodução TVT)
Claudemir Gilberto Ramos, de 38 anos, há 16 tem a cabeça a prêmio. Pelo que se sabe, são R$ 50 mil por sua morte. "Para mim, já estou cumprindo a pena até demais, mesmo não estando na prisão. Só não me entreguei porque acho injusto. Se tivesse cometido crime, tinha que pagar pelo que fiz, mas não cometi." Claudemir considera-se um "foragido da injustiça". Desde o massacre de trabalhadores rurais em Corumbiara (RO), ele não sabe o que é endereço fixo, trabalho com registro em carteira ou convívio familiar. Condenado a oito anos e meio de reclusão, reclama um novo julgamento e uma efetiva apuração dos fatos ocorridos na madrugada de 9 de agosto de 1995, quando ao menos 12 sem-terra foram mortos por policiais militares e pistoleiros na Fazenda Santa Elina.
Em entrevista à Rede Brasil Atual e à TVT - a primeira desde aquela época -, Claudemir contou que não sabe quando foi a última vez que viu as filhas e a mãe. Na visão da Organização dos Estados Americanos (OEA), o episódio representa um erro cometido pelo Brasil devido às execuções realizadas por policiais e ao júri repleto de inconsistências.
Claudemir e seu colega Cícero Pereira Leite foram condenados com base em uma peça do Ministério Público Estadual que se baseou quase exclusivamente na investigação da Polícia Civil. Esta tomou como fundamento a apuração conduzida pela Polícia Militar, envolvida na operação. O lavrador diz que teme pela própria integridade física, por isso não se entregou em 2004, quando se esgotaram os recursos no Judiciário e ele passou a ser considerado foragido. "Tenho certeza que se me entregar e for pra Rondônia não demora muito eles (fazendeiros e policiais) me assassinam, porque o preconceito da Polícia Militar é grande pela morte do tenente", afirma. A referência é a um dos policiais que morreram no enfrentamento.
Relatório de 2004 da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), integrante da OEA, concluiu que eram necessários novos esforços de investigação. "A falta de independência, autonomia e imparcialidade da PM (…) constitui violação do Estado brasileiro", defende o órgão. Nas palavras de Claudemir, não se pode pagar por um crime que não se cometeu: "O julgamento foi totalmente preconceituoso. Para mim, quem tinha que ser condenado eram os mandantes". Os fazendeiros apontados como responsáveis pelo aliciamento de uma milícia armada infiltrada entre policiais foram "impronunciados pela Justiça" - quer dizer, as acusações foram descartadas antes mesmo de haver julgamento.

OCUPAÇÃO

A ocupação teve início em 15 de julho de 1995. Na tarde de 8 de agosto, quando havia uma ordem judicial para a remoção dos sem-terra, uma negociação definiu que em 72 horas haveria nova conversa sobre a saída, segundo Claudemir. Os acampados queriam garantias de que a área seria destinada à reforma agrária. "Até comemoramos entre os familiares, fizemos assembleia-geral, achando que tinha (sido) conquistado um passo da vitória porque a área já estava negociada", resume.
Na madrugada, no entanto, um grupo invadiu o local a balas. "A gente não pode ser hipócrita: tinha vigília no acampamento, até porque já tinha recebido vários ataques dos jagunços. Tinha arma de caça, ferramentas, só que (com) nossas armas era impossível combater o comando da polícia e dos jagunços." A legislação brasileira proíbe que ações de reintegração de posse sejam cumpridas durante a noite. Na troca de tiros, morreram três policiais e dois trabalhadores. "O que fiz foi me deitar no chão. Só ouvi os gritos das pessoas. Não tinha como fazer nada. Fiquei ali de bruços no chão. A única arma que eu tinha, que eu tava usando no dia da negociação, era uma máquina de foto, que no dia seguinte, na tortura, foi quebrada na minha cabeça."
Dominados os trabalhadores, a polícia deu início a uma série de agressões, torturas e execuções, documentadas em depoimentos e análises técnicas. Os adultos foram amarrados e jogados no chão; crianças eram obrigadas a pisoteá-los. Uma menina de 6 ou 7 anos recusou-se e acabou morta, segundo relatos. Claudemir conta que homens sofreram mutilação dos testículos e alguns mortos tiveram o pescoço cortado por motosserra. Os trabalhadores foram obrigados a comer terra misturada ao sangue. Nessa etapa, há oito execuções extrajudiciais comprovadas.
"Não tinha um comando, um chefe, mas eles me consideravam um chefe. Foi onde começou a tortura." Com a cabeça ferida por baionetas, ele desmaiou e, segundo testemunhas, foi jogado em um caminhão em que foram transportadas as vítimas. Claudemir lembra que acordou no necrotério. Lá, representantes da CUT e do PT já haviam se inteirado do massacre e pressionaram para que fosse preservada a vida dos feridos.
Em 2000, o Tribunal de Justiça de Rondônia agendou uma série de julgamentos sobre o caso. O Ministério Público defendeu a tese de que Claudemir e Cícero convenceram as mais de 2.000 pessoas que integravam as 500 famílias a ocupar Santa Elina. O promotor Elício de Almeida Silva defendeu, então, que os policiais eram culpados pela morte de 12 trabalhadores e deveriam ainda responder por cárcere privado, uma vez que teriam impedido a saída dos demais acampados.
"Não achava que ia ser condenado porque não tinham prova nenhuma. Só que no final do julgamento a surpresa foi grande. No corpo de jurados, para mim, tudo era ou fazendeiro, ou amigo dos fazendeiros", relata Claudemir. "Para mim, não tem prova, não devo esse crime. Estava lutando pelos direitos dos trabalhadores, e isso não é crime", sustenta.
O colega Cícero Pereira foi condenado a seis anos e dois meses por participação em um homicídio. Pela parte dos policiais, foram sentenciados o capitão Vitório Regis Mena Mendes e os soldados Daniel da Silva Furtado e Airton Ramos de Morais, mas todos ganharam direito a novo julgamento. Os demais policiais foram absolvidos, bem como Antenor Duarte, indicado por pistoleiros como mandante do massacre, tendo inclusive premiado com carros os comandantes da operação.
Movimentos de defesa dos direitos humanos remeteram o caso à OEA. Em 2004, a CIDH informou que os fatos ocorreram antes do ingresso do Brasil no sistema interamericano de Justiça e, portanto, o caso não poderia ser enviado à Corte. Mesmo assim, recomendou que o país deveria conduzir uma apuração imparcial e séria, determinando inclusive a participação de cada um dos envolvidos nos crimes, a começar pelos mandantes.
O Comitê Nacional de Solidariedade ao Movimento Camponês de Corumbiara apoia-se no relatório da CIDH para solicitar novo julgamento. "Estamos tentando despertar o interesse de nossa sociedade em torno de uma grande injustiça", argumenta o padre Leo Dolan, presidente do comitê. "Sem uma reforma agrária séria, os problemas do Brasil não serão resolvidos", insiste. "Durante anos muito sangue já foi derramado, muitas vidas perdidas, e até hoje não foi possível uma reforma agrária séria e eficaz."  
Assine este abaixo assinado Colete assinatura Em sua Cidade.
Le(NOME( N,RG ( N, TITULO DE ELEITOR (ENDEREÇO (BAIRRO(CIDADE  (ESTADO   (PAIS 
















Comitê de Solidariedade e Defesa por justiça-PR 
Unidos Venceremos!!! ate a vitória final sempre.

veja um pouco de nossa luta, segue links de canais de imprensa que nos apoiaram e divulgaram nossa luta por justiça e igualdade social,queremos desde Já agradecer todos e a Rede brasil atual pelo apoio e o compromisso de divulgar a verdade dos trabalhadores. 
Se quiserem saber mais leiam em:
Entrevista na integra Sobrevivente do massacre de Corumbiara vive há 16 anos como "foragido da injustiça":
Movimento pede a Dilma nova investigação do massacre de Corumbiara em:http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2011/03/movimento...
Corumbiara: promotor revela surpresa com impunidade a fazendeiros em:http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2011/03/corumbiar...
Ativistas vão a Brasília por novo julgamento do massacre de Corumbiara em:http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2011/03/2011/03/c...
CORUMBIARA: O MASSACRE DOS CAMPONESES. RONDÔNIA/BRASIL 1995Helena Angélica de Mesquita – Professora do Curso de Geografia da UFG/Campus de Catalão em:http://hastalavictoriasempre.blogspot.com/2011/01/corumbiara-o-mass... 

o importante destes comitês municipal ou estadual em todo o Brasil, mesmo resolvendo o caso corumbiara agente segue lutando por outros casos parecido lutando sempre por justiça social, pois os movimentos sociais no NOSSO ver precisa de apoio urbano para continuar a luta pela terra, não e porque o governo do PT e nosso que paramos de lutar, a luta continua pois a muito o que fazer pela reforma agrária neste pais, o governo pode ser nosso mas o poder ainda não é,o poder popular depende de nos!...
Comitê Nacional- SP